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domingo, 12 de agosto de 2012

FELIZ DIA DOS PAIS



Aos que nos ensinam, nos educam, que estão sempre por perto, que nos ajudam a levantar quando a vida nos derruba, aos que nos amam incondicionalmente e tentam sempre não enxergar nossos defeitos mas ainda assim nos ajudar a melhorá-los.

E como dizia Don Corleone: A família é o mais importante na vida.

sábado, 11 de agosto de 2012

RECEITA DA SEMANA: FILÉ A PARMIGGIANA

Pra quem ainda não sabe o que fazer no almoço do Dia dos Pais, aí vai nossa dica: uma receita italiana de bife a parmeggiana. Não pode ser mais perfeito pra um dia especial como esse domingo.

Já que o Mafioso não estará aberto... pelo menos damos uma forcinha pro domingão.




Ingredientes para 2 pessoas (dobre a receita quantas vezes necessário)

Para marinar:
2 bifes de carne bovina – não devem ser muito finos
Sal e pimenta q.b.
Sumo de limão q.b.
1 dente de alho bem picadinho
Louro em pó q.b.

Para empanar:
Farinha de trigo
Pão ralado (ou farinha de rosca)
1 ovo batido

Molho de tomate italiano:
200 g de tomate pelado em pedaços
1/2 cebola picada
1 dente de alho
1 colher de sopa de azeite de oliva
1/2 colher de chá de açúcar
Manjericão q.b.
Oregano q.b.
1 folha de louro
2 colheres de concentrado de tomate
Sal e pimenta q.b.

Montagem:
4 fatias de queijo mozarella
Queijo parmesão ralado (ou pecorino ralado)

Preparação:
Tempere os bifes com todos os temperos da marinada e deixe descansar por meia hora, ao menos.
Utilize este tempo para preparar o molho.
Passe-os primeiro em farinha de trigo (a farinha é importante para que que a casquinha não se despedace quando estiver fritando).
Bata com a palma da mão para que a farinha de trigo grude bem no bife.
Em seguida passe os bifes no ovo batido.
Por último passe os bifes no pão ralado (ou farinha de rosca).
Novamente bata com a palma da mão para grudar bem.
Frite os bifes em oleo bem quente.
Disponha os bifes lada a lado em um forma untada.
Sobre os bifes coloque bastante molho de tomate italiano (que deve preparar com alguma antecedência) e em cima coloque o queijo mozarella em fatias (2 fatias por bife) e salpique com o queijo parmesão/pecorino ralado.
Leve ao forno a 200ºC por 10-15 minutos ou até o queijo estar gratinado.
Sirva de imediato com arroz.

Molho de tomate italiano:
Descasque e pique a cebola e o dente de alho.
Leve-os a refogar no azeite de oliva, junte o tomate maduros e pelados em pedaços pequenos e deixe ferver em fogo brando durante 15 minutos, sem tapar, para que a água evapore.
Tempere com o açúcar (não esqueça de adicionar o açúcar porque é ele que retira a acidez do tomate e torna o molho saboroso), o sal, louro e a pimenta, deixando cozer mais 10 minutos.
Junte então as ervas aromáticas e continue a cozer o molho durante mais 10 minutos.
Misture então o concentrado de tomate, mexendo bem.
O molho não deve ficar muito líquido portanto, se isto acontecer, junte mais tomate em pedaços ou concentrado de tomate.
Estará no ponto quando o molho tornar-se espesso e uniforme.
Por fim, retire a folha de louro e deixe esfriar antes de usar.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

SOMOS 400!

Obrigada a todos os clientes e seguidores que aumentam a nossa rede de amigos a cada dia!

Em homengem a isso...



É isso ai Alex Cardoso, presenteado para representar essa galera.




segunda-feira, 30 de julho de 2012

BOTECO MAFIOSO É PRIMEIRO LUGAR NO FOODBRASIL!

É isso aí gente.

Estavamos passeando por sites e blogs
de comidas e restaurantes
de Porto Alegre e o que descobrimos?

Que o Mafiso é o PRIMEIRO
no ranking geral regional do
site/aplicativo FOODBRASIL.


 Pra acessar o FoodBrasil
 é só baixar o aplicativo disponível
 para iPhone e Android ou
 entrar no site www.foodbrasil.com.br

 Entra lá e deixe sua opinião
 e seu vote nas estrelinhas.

E muito obrigado aos que já opinaram e votaram em nós!

sexta-feira, 16 de março de 2012

40 anos de "O Poderoso Chefão"

Carlos André Moreira - Zero Hora


Há filmes que atravessam o tempo. Há filmes que lucram uma fortuna nas bilheterias. Há filmes que entram para a lista das obras-primas do cinema.
"O Poderoso Chefão" completa 40 anos de sua primeira exibição pública Paramount Pictures/Divulgação
Filme agradou até à MáfiaFoto: Paramount Pictures / Divulgação

E há poucos filmes, como O Poderoso Chefão, o primeiro episódio da trilogia mafiosa de Francis Ford Coppola (1972), que fazem tudo isso e ainda se tornam um fenômeno capaz de influenciar não apenas a cultura pop, mas os próprios personagens da vida real que os inspiraram.
O Poderoso Chefão foi exibido pela primeira vez em 15 de março de 1972, em Nova York. Quarenta anos depois, o filme já rendeu homenagens, paródias, releituras, duas continuações do próprio Coppola e citações em produções de propósitos e qualidades tão diversas quanto o desenho animado Rugrats e a comédia romântica Mensagem para Você. Além disso, praticamente qualquer filme sobre a Máfia feito depois precisou lidar com a sombra do épico familiar dos Corleone. O filme transformou a própria forma como os americanos passaram a retratar o caldeirão étnico que compõe o país, como conta Tom Santopietro em seu livro The Godfather Effect, lançado este ano.
Mas, no momento da produção dessa adaptação do best-seller homônimo de Mario Puzo, ninguém diria que seria assim. Como conta Peter Biskind em seu livro Easy Riders, Raging Bulls: Como a Geração Sexo, Drogas e Rock'n'Roll Salvou Hollywood(Intrínseca), analisar o filme tendo em mente apenas seu avassalador sucesso é esquecer que sua realização foi um pesadelo. Para começar, ninguém estava muito interessado em fazer um novo filme de Máfia depois que The Brotherhood, com Kirk Douglas, havia sido um fracasso, em 1968. Coppola, por sua vez, não era um nome "quente". Ao contrário, o estúdio Paramount não tinha plena confiança nele. Com o projeto já em andamento, as brigas de Coppola com o produtor Bob Evans e com o diretor de fotografia, Gordon Willis, contribuíram para fazer do set de filmagem um caos de onde se esperaria que saísse antes um crime do que um filme sobre criminosos.
– Na época, os jovens de Hollywood estavam se rebelando contra os grandes estúdios e a artificialidade dos seus filmes – lembra Biskind, em entrevista por e-mail. – Coppola fazia parte desse movimento, e inteligentemente insistia em usar locações reais e atores italianos. Mesmo que as imagens de O Poderoso Chefão sejam estilizadas e líricas, essa decisão deu um contrapeso de autenticidade ao filme. Quanto ao caos, há um ditado em Hollywood de que filmagens felizes levam a filmes ruins, e isso foi certamente verdade em O Poderoso Chefão. Coppola estava à beira de um colapso, a Paramount queria demiti-lo, metade dos atores queria sair, o diretor de fotografia (Gordon Willis) ameaçou sair, e Coppola teve até de se esconder no banheiro. Mas os conflitos muitas vezes geram criatividade.
Saga virou paradigma para os próprios mafiosos
A grande ironia é que um filme gestado no mais completo caos tenha reorganizado de forma simbólica não apenas o universo cultural, mas a própria indústria do cinema. O Poderoso Chefão foi um dos filmes a inventar a moderna indústria do blockbuster – na época, um acordo entre exibidores e distribuidoras previa que um filme com alto potencial de público jamais estrearia em mais de um cinema numa determinada região. Dada a ansiedade pela adaptação cinematográfica de um romance que ficou semanas no topo das listas de best-sellers, o então diretor de marketing da Paramount, Frank Yablans, ganhou poder para "fazer uma proposta irrecusável" aos cinemas, forçando-os a aceitar seus termos.
– Os cinemas estavam tão desesperados para obter o Chefão que abriram mão de algum poder para os estúdios, e nunca mais conseguiram tomá-lo de volta – diz Biskind.
A produção também teve sua cota de problemas com a própria Mafia – o mafioso Joe Colombo, diretor de uma organização ítalo-americana, fez veladas ameaças ao diretor e aos produtores sobre o que considerava um "retrato preconceituoso" da comunidade italiana na América. O irônico é que o sucesso comercial e artístico do filme transformou O Chefão em paradigma não apenas para essa mesma comunidade, mas para os próprios mafiosos. A escritora alemã Petra Reski, autora de Máfia: Padrinhos, Pizzaria e Falsos Padres, um dos mais completos estudos recentes sobre a influência nefasta do crime organizado, afirma:
– Para a Máfia, é muito importante ser considerada como uma organização com valores a preservar, caso contrário, não iria encontrar apoio na população local. Por isso, a Máfia adorou O Poderoso Chefão, que a ajudou a espalhar uma imagem generalizada de um tipo de organização arcaica, baseada em valores arcaicos. A Máfia sabia da necessidade de construir uma imagem baseada em valores desde o princípio, quando decidiu copiar (e perverter) as regras da Igreja Católica: o homem precisa de algo em que acreditar. Mas o único valor real em que a Máfia realmente acredita é a sobrevivência da própria Máfia, a qualquer custo. Eles sempre mataram crianças e mulheres.
Uma declaração que Peter Biskind repete em outros termos:
– Acho que a realidade é que a Máfia não era de fato parecida com aquilo que é visto no filme. Na verdade, os próprios mafiosos frequentemente se voltaram para Hollywood, para os filmes que os romantizaram, em busca de parâmetros de como se vestir ou de como se comportar.
FAÇA O TESTE AQUI E DESCUBRA QUE PERSONAGEM DA MÁFIA VOCÊ SERIA!
FONTE: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/noticia/2012/03/o-poderoso-chefao-completa-40-anos-de-sua-primeira-exibicao-publica-3695339.html